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07/05/2010

Filmes Preferidos


















Crepúsculo dos Deuses (1950) - Direção: Billy Wilder

Obra-prima de Wilder, foi paixão à primeira vista. Norman Desmond (Gloria Swanson) encarna uma atriz do tempo do cinema mudo. Aloprada e megalomaníaca, ela vive enclausurada em sua mansão junto com o criado e confidente Max (Erich von Stroheim), longe do mundo lá fora. Até que tudo muda com a chegada do sedutor e frustrado roteirista Joe Gillis (William Holden).
O filme é uma leitura amarga de Hollywood, mostrando o que acontece quando uma estrela é posta longe dos holofotes. Com frases marcantes e o melhor final que o cinema americano já concebeu, ainda conta com atuações irrepreensíveis de todo o elenco. Precisa falar mais?














Dançando no Escuro (2000) - Direção: Lars Von Trier

Uns dos fundadores do movimento Dogma 95, Trier faz desse musical um drama alarmante e chocante, que impregna o espectador de beleza e terror por um bom tempo, talvez para sempre.
















A Malvada (1950) - Direção: Joseph L. Mankiewicz

A obra de Mankiewicz é repleta de diálogos afiados e ironia. Diferente de Crepúsculo dos Deuses, o foco aqui é o teatro e o podre dos bastidores. O diretor colocou Bette Davis de volta no grande circuito cinematográfico (a atriz já não era vista com favoritismo nessa época) e lançou definitivamente a carreira do maior mito do século XX: Marilyn Monroe. A Malvada é o filme que mais recebeu indicações ao Oscar até hoje, 14 no total.
















A Noviça Rebelde (1965) - Direção: Robert Wise.

O melhor musical de todos os tempos, possui uma das aberturas mais imponentes da história do cinema. Todas as canções são extremamente marcantes e os atores possuem uma sintonia mágica. Vale ainda por retratar a belíssima Áustria no período nazista, ainda que o tema não seja aprofundado, ainda bem.














O Mágico de Oz (1939) - Direção: Victor Fleming, Richard Thorpe e King Vidor.

Contando com uma perfeita mistura de cores, é considerado o melhor filme familiar já feito, e com razão. Judy Garland foi eternizada na pele de Dorothy, uma menina que, junto com seus três amigos, partem em busca do famoso Mágico de Oz em busca da realização de seus sonhos. Mas a tarefa não será fácil, já que eles terão que enfrentar a malvada bruxa do Leste, com seu rosto verde e macacos voadores.















Cantando na Chuva (1952) - Direção: Gene kelly e Stanley Donen

Dirigido e protagonizado pelo brilhante dançarino Gene Kelly, é um musical dentro de um musical. Interessantíssimo por tratar da época turbulenta da transição do cinema mudo para o cinema falado, tudo com bom humor e claro, músicas inspiradas.













A Noite (1961) - Direção: Michelangelo Antonioni

Segundo filme da Trilogia da Incomunicabilidade de Antonioni (posterior a A Aventura e anterior a O Eclipse), é ousado e incômodo ao mostrar o tédio burguês e a falta de objetivos de uma sociedade de aparências.











Do Mundo Nada Se Leva (1938) - Direção: Frank Capra

Ainda melhor que A Felicidade Não Se Compra (não me matem!), é o perfeito exemplar do estilo genial de Capra, datado mas sempre agradável de se ver.















Pérfida (1941) - Direção: Willian Wyler

O brilhante Wyler costura uma rede de intrigas familiares como ninguém, com Bette Davis em um papel sob medida.




















A Lista de Schindler (1993) - Direção: Steven Spielberg

Melhor drama de Spielberg. Piegas para alguns, emocionante para outros, faço parte do segundo grupo. Mais que uma película, um documento histórico.

1 comentários:

cineindiscreto disse...

Ótimo TOP. Lista de Schindler e Cantando na Chuva tbm fazem parte do meu TOP 10. E eu sou muito, mas muito afim de ver Dançando no escuro. O cinema de Von Trier é espetacular (Dogville).

Abçs.