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20/06/2010

Os maiores ícones gays do cinema

Marilyn Monroe (1926 - 1962):



Maior ícone do cinema e a despeito do preconceito, uma das melhores atrizes de Hollywood. O glamour e a inteligência sensível não foram suficiente para amenizar sua dor inata, a dor de viver. Mas não pensem que a Srta. Norma Jean não aproveitou a vida:



Monroe se apresentando para tropas americanas na Coréia (she had her best time!)


Trabalhos de mais lembrados:


O Pecado Mora ao Lado (1955)


Quanto Mais Quente Melhor (1959)


Os Desajustados (1961)



Os Homens Preferem as Loiras
(1953)





Marlon Brando (1924 - 2004):


Considerado o pai da atuação moderna, Brando ironicamente fez cinema (segundo ele) apenas como um meio de vida, não encarando filmes como uma forma de arte.

Trabalhos mais lembrados:


O Poderoso Chefão (1972)


Uma Rua Chamada Pecado (1951)




Sindicato de Ladrões (1954)


Último Tango em Paris (1972)



Apocalypse Now (1979)





James Dean (1931 - 1955)


Com uma carreira meteórica, de apenas um ano, quando fez os três únicos filmes pelos quais seria lembrado para sempre, Dean definiu toda uma geração americana rebelde e insatisfeita. Mesmo com uma filmografia tão curta, James Dean não pode deixar de entrar no hall dos maiores atores de todos os tempos, e olha que só estava começando...


Vidas Amargas (1955)



Juventude Transviada (1955)



Assim Caminha a Humanidade (1956) - Dean nem chegou a ver a estréia do filme






Judy Garland (1922 - 1969)



Assim como Monroe, a vida de Garland foi regrada de remédios. Também sofreu com instabilidade financeira e inseguranças pessoais, como a aparência (quem diria, né?). Alcançou o estrelado definitivo em Nasce uma Estrela, quando concorreu ao Oscar de Melhor Atriz mas perdeu para Grace Kelly. Muitos dizem que foi um das maiores injustiças que a Academia já cometeu.


Trabalhos de maior destaque:


Nasce uma Estrela (1954)



O Mágico de Oz (1939)







Liza Minnelli (1946):


Se comparada com a mãe Judy Garland, talvez Minnelli não tenha sido tão grande no cinema, apesar de ter ganhado o Oscar de Melhor Atriz no seu filme mais lembrado, Cabaret, além de ter ganho um Tony (assim como a mãe). O maior destaque da artista foi com certeza no mundo da música e do teatro.

Trabalho mais lembrado:

Cabaret (1972)




Katharine Hepburn (1907 - 2003)



A atriz que mais ganhou o prêmio de melhor atriz da Academia, quatro no total, e teve seu recorde de indicações batido apenas por Meryl Streep. Com seu porte masculino, foi um símbolo feminista e considerada a maior atriz de todos os tempos. Só que nos anos 30 era chamada de 'praga de bilheteria', pois seus filmes eram um fracasso. Apenas a partir de Núpcias de Um Escândalo que as coisas começaram a mudar, e sua parceria com Spencer Tracy formou um dos casais mais fortes até hoje.


Trabalhos mais lembrados:


A Costela de Adão (1949)


Adivinhe Quem Vem Para Jantar? (1967)



Núpcias de um Escândalo (1940)



Levada da Breca (1938)



Amor Eletrônico (1957) (tá, esse nem está entre os filmes mais lembrados, mas é divertidíssimo)






Julie Andrews - Um ícone gay?




Tendo feito dois dos maiores musicais de todos os tempos, Mary Poppins (primeiro trabalho no cinema e com uma atuação tão irrepreensível que levou o Oscar de Melhor Atriz) e A Noviça Rebelde (o maior musical de todos), Andrews declarou: "Ao mesmo tempo em que sou um ícone gay, sou desejada por pais e avós para ser uma babá para seus filhos, uma estranha mistura".



Trabalhos de maior destaque:


A Noviça Rebelde (1965)


Mary Poppins (1964)









Katherine rindo pra bichinha passando na rua.

5 comentários:

Alan Raspante disse...

Muito boa a matéria!!!

Júnia L. disse...

Engraçado, Marilyn é considera um ícone gay, mas a atriz tinha pânico de comentários que a relacionassem diretamente ao homossexualismo.. Ela era amiga de grandes símbolos gays da época, mas afirmava sempre sua preferência hetero. Existem biografias que afirma que ela temia, tinha pânico, horror, aversão comentários que a relacionasse ao lesbianismo

Hg disse...

só faltou comentar a atuação da Liza cantando single ladies em sex and the city 2 rs

Gian Le Fou disse...

Nossa Junia, nem sabia dessa da Monroe. Ai, pelo amor de Deus, amo ela, mas se eu tivesse sido seu amigo, iria destrava-la um pouco. As boates gays dos anos 50 deviam ser tudo! hahaha

E hugo, eu vi ontem no youtube a perfomance, adorei! kkk

Beijos meus lindos!

modaecinema disse...

Adorei a matéria Gi... e "Amor Eletronico" é divertidissimo msm, axo q somos as unicas pessoas a terem visto! uahauah.. só exagerando...